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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Quem foi, foi. Quem não foi, perdeu. Agrade,co a todos que estiveram no chá de panela, foi uma bagun,ca só (escrevendo no MAC, perdi a cedilha). Ganhei coisinhas fofas, lindas e necessarias. Aguardo visitas, a casa está sendo arrumada. 

O lar é pequeno, então, aos que perguntaram, falta pouca coisa de básico:

– refratários vidro retangular, transparente, médio ou pequeno

– tabuleiro

– cesto de roupa (retangular, cor clara)

– lixeira de pedal grande plástica cor clara

– lixeira de pedal pequena plástica cor clara

 

O restante vai sendo comprado aos pouquinhos…

 

beijos, obrigada!

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Poesia e eu

Não tenho o hábito da poesia. Não tenho a paciência necessária para saborar as palavras em sua forma, ritmo, cor. A maior parte das poesias falam de amor e eu estou amando. Há pouco chegou às minhas mãos o segundo livro de uma poeta carioca chamada Maria Rezende. Vem com um Cdzinho com poesia dita. Não recitada. Dita. Não li o livro, mas ouvi o disco duas vezes seguidas e a vontade é ouvir a segunda vez.

Deixo trechinhos, não sei onde está à venda, mas ela tem blog: mariadapoesia.blogspot.com

O amor enche as mãos de tarefas e os olhos de lágrimas. / Depois é voz doce curando a dor de cabeça, / telefonema bendito no meio da madrugada…(…) Fiz 28 anos e tenho chorado muito, antes e depois / a idade me acolhe, não me assuta / sou eu quem escolhe o que fazer dos dias / e a marca que quero que eles deixem no meu rosto

Outro poema (não tem título, ela destaca o primeiro verso)

A vida é um eterno arriscar-se / é o intervalo dos planos / e o pra sempre é outro dia / sempre longe, sempre lá / eu quero o aqui e o agora

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Alguns fragmentos

Abandonei o blog e até o twitter. Tenho escrito pouco, trabalhado demais. Minha vida virou uma fábrica de resolver problemas e eu sofro. Sofro na carne que dói, no corpo que não aguenta, nas horas que não durmo, na comida que não como. A vida se tornou uma penitência.

Há algum tempo escrevi aqui sobre idiossincrasias do cinema nacional, filmes com e sem dinheiro, particularmente o caso do longa-metragem Vingança. Pois apesar de ninguém ter visto, ele cumpre mais uma etapa de sua sobrevida. Foi escolhido para o festival de Berlim e estou de malas quase pronta para encarar a neve. Ver lá o trabalho de algumas pessoas que eu gosto, uma em particular, ganhar o mundo. Também vou passear, conto os dias para as férias pois estou sem prazer de trabalhar.

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Resolução de ano novo

Tenho adiado os posts neste blog. Há um mês não escrevo nada. Há um mês não almoço ou janto regularmente. Não vejo os amigos direito. Não namoro direito. Não telefono para minha mãe.

Trabalho. Escravo. O que, além da falta de horas, provoca falta de ânimo.

Prometo voltar a escrever um ou dois posts semanais. Enquanto pulava minhas sete ondinhas na praia de Ipanema na virada do ano, pedi com muita fé ajuda dos céus e fiz minha resolução de ano novo: em 2009 quero ter mais tempo.

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Moro no Rio por isso esse blog segue bairrista…O secretário estadual de segurança pública, José Mariano Beltrame, conhecido por sua linha dura e pelo caráter incorruptível, hã hã, está anunciando aos quatro ventos, via imprensa, que o Morro Dona Marta, em Botafogo, Zona Sul da cidade, está livre dos traficantes. Diz que todas as bocas de fumo estão fechadas. Hã hã. Alguém acredita? Só se a milícia tomou conta, né? Aí o poder paralelo se torna uma variação sobre o mesmo tema.

O governador Sérgio Cabral diz que a intenção é manter a polícia na comunidade para garantir a tranquilidade do morador. Ora bolas. A polícia carioca? A mesma que achaca os pretos e os favelados, pretos independentemente da cor da pele? A polícia que atira primeiro e pergunta depois? A polícia que pede propina em vez de multar o motorista que dirige alcoolizado ou não mantém em dia as taxas de seu veículo? A polícia que bate em quem faz passeata para reinvindicar direitos históricamente desrespeitados pelo estado? Por fim, a polícia que pede o arrego dos traficantes para permitir que eles continuem agindo nas comunidades e prejudicando de forma generalizada a vida do morador sem serem incomodados?

Faz me rir. Quanta hipocrisia. Morderei a língua com prazer, mas só acredito vendo.

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